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14/07/2014


Adesivos em Vinil p/ Troca de Óleo p/ Motos


Escrito por grafica.marcos às 19:02:44
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10/11/2011


Folders c/ Dobra Frente e Verso

Colorido 4x4 ou só Frente 4x0

em Impressão Off-Set

Escrito por grafica.marcos às 13:19:05
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Postais p/ o Natal e Fim de Ano em Impressão Off-Set

Escrito por grafica.marcos às 13:13:34
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Banners em Loninha ou Polietileno

com Plotter de Recorte e Plotter de Impressão Digital

Escrito por grafica.marcos às 13:07:32
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Blocos de Pedido, Orçamento, Receituários, etc... em Impressão Off-set

 

SAIBA COMO FUNCIONA O SISTEMA DE IMPRESSÃO OFF-SET
Diagrama simplificado do mecanismo de Impressão Off-set

A Impressão Off-set origina-se da evolução do sistema de Impressão Litográfica, que foi "inventada" por Aloys Senefelder no ano de 1796, na cidade de Munique na Alemanha, sua técnica consistia em desenhar sobre uma pedra calcária polida com tinta gordurosa, depois de úmida pressionava o papel contra ela usando uma prensa, obtendo então a reprodução do texto. A impressão Off-set é um processo planográfico cuja essência consiste em repulsão entre água e gordura (tinta gordurosa). Off-set (expressão que vem do inglês set off, que significa a transferência de tinta de uma página para outra) ou impressão indireta, é o processo pelo qual uma imagem é gravada em uma placa flexível de zinco ou alumínio (chapa) a qual recebe tinta por meio de rolos, a tinta da chapa então é transferida para um cilindro de borracha (blanqueta) e em seguida transferida para o papel. Versátil, esse sistema tem alta qualidade de impressão e permite trabalhar em vários formatos, em preto e branco e em  ores. Tem apresentado evolução constante, incluindo os atuais processos de impressão direta do computador para uma Off-set digital. (Fontes:  ww.wikipedia.org, www.revistatecnologiagrafica.com.br, www.google.com.br)

Escrito por grafica.marcos às 12:55:00
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26/11/2010


Adesivo em Vinil com Plotter de Impressão Digital, cobertura

p/ FREEZER Expositor Gata Skol

Escrito por grafica.marcos às 13:55:00
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Placas Indicativas c/ Adesivos Plotter de Recorte

Escrito por grafica.marcos às 13:35:50
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11/12/2009


ADESIVOS em Vinil p/ Placas de Vidro em Plotter de Recorte

Escrito por grafica.marcos às 13:31:40
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30/11/2009


ADESIVOS p/ Cavaletes de Propaganda em Plotter de Impressão Digital e Plotter de Recorte

 

 

Escrito por grafica.marcos às 10:22:48
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14/04/2009


Blocos de Pedido, Recibo ou Orçamento em Impressão Off-Set



Escrito por grafica.marcos às 15:07:55
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31/10/2008


ADESIVOS p/ Vitrines em PLOTTER de RECORTE

Escrito por grafica.marcos às 13:06:55
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05/09/2007


Cartões de visita c/ verniz U.V.

sem limite de cores

Escrito por grafica.marcos às 09:55:15
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08/05/2007


LACRES P/ GARANTIA INVIOLÁVEIS em Material VOID ou DESTRUTÍVEL

IDEAL PARA EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA E ELETRÔNICOS

Escrito por grafica.marcos às 20:46:41
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ADESIVOS EM SERIGRAFIA C/ RECORTE EM PLOTTER

História das Etiquetas Adesivas

As etiquetas de papel são usadas para identificar produtos desde antes do ano 1880. Introduzida nos Estados Unidos por artistas europeus, esta profissão ficou conhecida como litografia, a primeira arte comercial. O objetivo era fácil: prender a atenção dos consumidores. Eles usavam uma goma para prender a etiqueta na superfície do produto. Enquanto o mercado de frutas crescia bastante a cada ano, uma imensa competição entre os mercados locais emergiu. Fruticultores usaram este novo conceito de litografia para chamar a atenção para seus frutos. As etiquetas eram utilizadas em caixotes de cedro cheios de frutas, latas de vegetais, e caixas de charutos.  R. Stanton Avery, o inventor do rótulo auto-adesivo e fundador do que é hoje a Avery Dennison Corporation, no início dos anos 30 fabricou as primeiras etiquetas auto-adesivas do mundo e fez disso um negócio de sucesso. Essa etiqueta vinha com uma superfície de papel com uma camada de adesivo, depois colava-se o adesivo em um liner, este liner tinha uma cobertura especial de silicone. Este tipo de etiqueta hoje é uma parte integral do nosso estilo de vida ocidental.

A invenção da impressora a jato de tinta (inkjet) no início dos anos 80 mudou o futuro das etiquetas. Como as impressoras a jato de tinta começaram a ser comercializadas, as pessoas podiam imprimir as suas próprias etiquetas. O tamanho A4 de folha tornou-se o padrão para a fabricação de etiquetas adesivas para impressoras a jato de tinta. Enquanto os preços das impressoras jato de tinta caiam, as vendas de etiquetas adesivas explodiam para uso doméstico e corporativo. (Fontes de pesquisas: www.etiquetas-adesivas.net, www.nytimes.com, )

História da Serigrafia ou Silk Screen


O termo serigrafia (serigraph, em inglês) é creditado a Anthony Velonis, que influenciado por Carl Zigrosser, crítico, editor e nos anos 1940, curador de gravuras do Philadelphia Museum of Art, propôs a palavra serigraph (em inglês), do grego sericos (seda), e graphos (escrever), processo, distinguindo o trabalho de criação realizado por um artista dos trabalhos destinadas ao uso comercial, industrial ou puramente reprodutivo.
Velonis também escreveu um livro em 1939, intitulado Silk Screen Technique (New York: Creative Crafts Press, 1939) que foi usado como "how-to" manual. Ele viajou muito orientando os artistas sobre a técnica da serigrafia.
Desde os tempos mais remotos, existe, no Oriente, o estêncil (pl. estênceis, em inglês stencil) para a aplicação de padrões (modelos, espaços seqüenciais) em tecidos, móveis e paredes.
Na China os recortes em papel (cut-papers) não eram só usados como uma forma independente de artefato, mas também como máscaras para estampa, principalmente em tecidos. No Japão o processo com estêncil alcançou grande notabilidade no período Kamamura quando as armaduras dos samurais, as cobertas de cavalos e os estandartes tinham emblemas aplicados por esse processo. Durante os séculos XVII e XVIII ainda usava-se esse tipo de impressão. Aos japoneses é atribuída a solução das “pontes” das máscaras: diz-se que usavam fios de cabelo para segurar uma parte na outra. No Ocidente registra-se no século passado, em Lyon, França, o processo (de máscaras, recortes) sendo usado em indústrias têxteis (impressão a la lyonnaise ou pochoir) onde a imagem era impressa através dos vazados, a pincel. No início do século registravam-se as primeiras patentes: 1907 na Inglaterra e 1915 nos Estados Unidos, e o números de impressos comerciais cresceu muito. Na América, os móveis, paredes e outras superfícies eram decorados dessa maneira. Foram raros os artistas que utilizaram o processo como ferramenta para a execução de gravuras, ou de trabalhos gráficos. Theóphile Steinlein, um artista suíço que vivia em Paris no início do século (morreu em 1923) é um dos poucos exemplos do uso da técnica. Neste período da grande depressão de 30, nos EUA os esforços do WPA - Federal Art Projects, estimularam um grupo de artistas encabeçados por Anthony Velonis a experimentar a técnica com propósitos artísticos. Os materiais e equipamentos baratos, facilmente encontrados sem grandes investimentos foram algumas das razões que estimularam os artistas a experimentar o processo. Entre eles, citamos Bem Shahn, Robert Gwathmey, Harry Stenberg. Tais artistas iniciaram um importante trabalho de transformar um meio mecânico, cujas qualidades gráficas se limitavam às impressões comerciais, numa importante ferramenta para desenvolver seus estilos pessoais. O sentido desse esforço inicial estendeu-se aos artistas dos anos 1950, incluindo os expressionistas abstratos e os action painters, como Jackson Pollock.
Até Marcel Duchamp, que não era exatamente um artista-gravador, nos deixou um auto-retrato de 1959, uma serigrafia colorida que está no MoMa (Museum of Modern Art, Nova York). No fim da segunda guerra mundial, quando os aviões americanos aterrizaram em Colónia (Alemanha), com suas fuselagens decoradas com emblemas e comics em serigrafia, surgiu o interesse europeu pela técnica. As barreiras e definições estabelecidas que tratavam a serigrafia como “manifestação gráfica menor” só foram eliminadas no fim dos anos 1950, início dos 1960. O grande responsável por isso foi o processo fotográfico utilizado através da serigrafia e novos conceitos e movimentos artísticos, além do avanço tecnológico (ver Pop art, Op art, Hard-edge, Stripe, Color-field, Minimal Art). Os primeiros artistas que se utilizaram do processo procuravam tornar mais naturais e menos frias as impressões. Foram ressaltados, entre outros, dois pontos básicos da técnica: (1) sua extrema adaptabilidade que permite a aplicação sobre qualquer superfície inclusive tridimensional, muito conveniente para certas tendências artísticas (2) e suas especificidades gráficas próprias, ou seja características gráficas que apenas a serigrafia pode proporcionar. Da necessidade de artistas como Rauschemberg, Rosenquist, Warhol, Lichtenstein, Vasarely, Amrskiemicz, Albers, Indiana e Stella, houve o desenvolvimento contemporâneo do processo em aplicações artísticas. Novos conceitos foram associados às idéias tradicionais e o estigma “comercial” da serigrafia tornou-se uma questão ultrapassada.
(Fonte Origem: Wikipédia)

Escrito por grafica.marcos às 15:07:35
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PLOTTER de Recorte  p/ Veículos

Escrito por grafica.marcos às 08:43:43
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